O Curioso Caso de Benjamin Button

Fiilipe Quintans, JB Online
RIO – Livremente adaptado do conto homônimo de F. Scott Fitzgerald, O curioso caso de Benjamin Button é obra de David Fincher, diretor cujo perfeccionismo tornou-se uma lenda em Hollywood. Ele dá ao roteiro de Eric Roth contornos épicos – transformando o homem que nasce velho e que rejuvenesce com o passar do tempo numa espécie de “Forrest Gump com classe”.
Para tanto, contou com a fotografia digital mais avançada à disposição, direção de arte irretocável e um par de protagonistas indiscutível: Brad Pitt, competente e sereno, e Cate Blanchett, excelente e linda como sempre.
A quase-odisséia de Button segue pela história e pelo tempo a partir de 1918, indo culminar na Nova Orleans prestes a ser destruída pelo Katrina.
Numa época em que tudo no corpo pode ser sugado, esticado, removido ou reaproveitado e em que o termo “velhice” entra em desuso, esta fábula sobre rejuvenescimento do corpo e sobre a resistência do amor ao tempo é uma delicada obra-prima.
Esta seria a crítica que eu gostaria de escrever, achei o título muito feliz, o filme é curioso, mas infelizmente é chaaaaaatttttoooooooo.
[Update 25/02]
Graças ao Noronha, percebi o que me fez não achar graça no filme, recomendo a leitura e ver o vídeo!
PS. Sou fãzásso do Forrest Gump, tenho até o DVD original especial para coleiconador com horas de extras e o escambáu.
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